Caminhado sobre a terra, procurei uma razão!
Por quê? Para que. Onde, como, quando?
A razão para existência?
A razão para não existir?
Pro alguns momentos, fico a pensar na
minha existência. E nesses devaneios de pensamentos
perdidos em sentimentos incompletos, me pergunto. Que sou eu? Que eu sou?
minha existência. E nesses devaneios de pensamentos
perdidos em sentimentos incompletos, me pergunto. Que sou eu? Que eu sou?
Porque justo eu estou aqui neste momento enfático,
pensativo, aprisionado, adormecido numa existência onde não se tem nenhum sentido
existir?
Só então em um elevado momento da minha rejeição
sentimental dou-me conta dos conflitos a quem minha alma perece por uma
resposta, resposta qual nunca será dada.
Vida, morte, existência, não existência. Isso tudo é
balela, devaneios, de uma mente distorcida conscientemente necessitada de
encontra uma razão, razão esta que nunca será dada por não possuir os atributos
necessários para compreensão, reflexão ou ate mesmo uma vaga explicação do criador.
Este sou eu! Um ser humano que, como toda humanidade, tenta encontra um sentido para vida. Vida está que sacia nossa curiosidade com uma frase simples e objetiva.
"Viva e deixe viver".
Este sou eu! Um ser humano que, como toda humanidade, tenta encontra um sentido para vida. Vida está que sacia nossa curiosidade com uma frase simples e objetiva.
"Viva e deixe viver".
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